Local escolhido no Parque Municial
Após visitas ao Parque Municipal, o grupo decidiu concentrar sua atuação na área do playground. O local apresenta um desafio interessante para a criação de um "não objeto", pois já abriga uma estrutura de formas — o Castelão — que já dialoga com o conceito por promover intensa interação não só com crianças, mas também com adolescentes e adultos que circulam pelo espaço.
Observamos que as interações geradas pela estrutura eram predominantemente dinâmicas: as pessoas que utilizavam o brinquedo permaneciam em movimento constante. Esse aspecto nos levou a questionar como poderíamos estimular também momentos de permanência e pausa no ambiente.
Durante as observações, identificamos paralelos com as ideias do Hertzberger, especialmente no que diz respeito à autonomia infantil e à tipologia das interações. Percebemos que as conversas entre crianças acontecem com uma dinâmica própria, muitas vezes fluida, sem a fixação em um único ponto — ao contrário do que costuma ocorrer em diálogos entre adultos.
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