Processo de desenvolvimento do não objeto


Na aula do dia 03/11, recebemos orientações e discutimos as ideias iniciais do projeto. O professor Sandro fez uma observação relevante sobre o aspecto de malha, sugerindo que seguíssemos uma abordagem que explorasse mais a espacialidade em si, sem se prender a uma narrativa fechada.

Além disso, reforçou a necessidade de que o projeto dialogasse diretamente com o local escolhido, levantando a questão central: como estabelecer essa conversa entre a intervenção proposta e o espaço existente?


Protótipo feito por Caroline Gomes.




 Desenhos feito por Lucas Lopes. 


Para responder a esse questionamento, realizamos uma nova visita ao Parque Municipal no dia 06/11. Encontramos na peixaria, um fragmento de material espelhado e reflexivo.

A descoberta nos fez reconsiderar o plano inicial, que previa o uso de transparências - o
celofane. Percebemos que esse material se "perdia" visualmente na estrutura colorida e vibrante do playground, agregando pouco ao conjunto. 

Optamos, então, pelo espelho — um elemento que, ao mesmo tempo que se conecta e reflete a estrutura existente, não foge do caráter contemplativo que buscávamos introduzir.


Estou de boné azul.


No dia 10/11, demos andamento à fase prática do projeto, dedicando a aula à montagem e finalização da versão final do nosso não-objeto. A conexão com a estrutura existente foi estabelecida por meio de 
ímãs, permitindo uma fixação não invasiva e um diálogo direto com o ambiente.


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